Há caminhos que vale a pena percorrer.
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
O vazio do nosso Tempo
Ontem, quando me deslocava de eléctrico para o CCB, iam ao meu lado dois rapazes, um com cerca de 12 anos e o outro 9, bastante “concentrados” nas suas tarefas. O primeiro levava na mão um telemóvel, onde clicava constantemente na tecla do Ok, e nas orelhas um auricular. O outro olhava incessantemente para o telemóvel do primeiro.
Nos tempos que correm, é comum vermos crianças, pré-adolescentes e adolescentes, agarrados aos telemóveis e de auriculares na cabeça. Dois equipamentos de evasão, ao mesmo tempo! Como se precisassem deles para afugentar os seus pensamentos. Como se apenas os estímulos externos permitissem a sensação de realização.
Nesta sociedade de apelo ao consumo, a realização pessoal passa por ter e não ser. Assim o Ser de cada um de nós, principalmente o das crianças, pré-adolescentes e adolescentes, que nasceram nesta guerra desenfreada do consumo, esvazia-se.
Em contraste, também se assiste ao aumento da procura de práticas orientais, principalmente por parte dos adultos, onde se valoriza o estar e o silêncio. Mas são esses mesmos adultos que educam a geração dos telemóveis e auriculares, são eles que ao mesmo tempo que procuram o seu Ser estão a criar pessoas onde impera o Ter.
Neste mundo, onde o Ter e o Ser se gladiam entre si, está por determinar quem ganha a guerra. Talvez, algures no meio, haja um acordo entre estas partes.
Quando a mim, que faço parte dos adulto que procuram as práticas orientais, se vier a ter a oportunidade de educar alguém, tentarei, paralelamente à utilização dos auriculares, sentar-me com ele, ou ela, em frente ao mar, em puro silêncio, apenas para apreciar o passar do Tempo, procurando cada um de nós o nosso Ser.
Nos tempos que correm, é comum vermos crianças, pré-adolescentes e adolescentes, agarrados aos telemóveis e de auriculares na cabeça. Dois equipamentos de evasão, ao mesmo tempo! Como se precisassem deles para afugentar os seus pensamentos. Como se apenas os estímulos externos permitissem a sensação de realização.
Nesta sociedade de apelo ao consumo, a realização pessoal passa por ter e não ser. Assim o Ser de cada um de nós, principalmente o das crianças, pré-adolescentes e adolescentes, que nasceram nesta guerra desenfreada do consumo, esvazia-se.
Em contraste, também se assiste ao aumento da procura de práticas orientais, principalmente por parte dos adultos, onde se valoriza o estar e o silêncio. Mas são esses mesmos adultos que educam a geração dos telemóveis e auriculares, são eles que ao mesmo tempo que procuram o seu Ser estão a criar pessoas onde impera o Ter.
Neste mundo, onde o Ter e o Ser se gladiam entre si, está por determinar quem ganha a guerra. Talvez, algures no meio, haja um acordo entre estas partes.
Quando a mim, que faço parte dos adulto que procuram as práticas orientais, se vier a ter a oportunidade de educar alguém, tentarei, paralelamente à utilização dos auriculares, sentar-me com ele, ou ela, em frente ao mar, em puro silêncio, apenas para apreciar o passar do Tempo, procurando cada um de nós o nosso Ser.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
A nossa vontade
Este fim de semana uma amiga disse-me: "Faz tudo parte deste mundo, mesmo que nós não o queiramos". Ela tem razão, mas "Há momentos na nossa vida que devemos agir; ainda que nos seja impossível levar connosco os nossos melhores amigos. A voz ainda diminuta que vem do nosso íntimo deve sempre ter a última palavra num conflito de consciência." (Mahatma Gandhi).
Para mim, o que faz parte deste mundo não é determinístico. O que nos molda é o que fazemos com essas partes do Todo que fazem parte deste mundo.
Comecei a ler uma Biografia acerca do Nelson Mandela e confesso que já estou apaixonada. Um exemplo de alguém que perante tantas "partes más do Todo" se ergueu, e nunca se deixou cair, independentemente da escuridão onde o colocaram.
Este fim de semana uma amiga disse-me: "Faz tudo parte deste mundo, mesmo que nós não o queiramos". Ela tem razão, mas o que fazemos com isto é o que nos distingue.
Para mim, o que faz parte deste mundo não é determinístico. O que nos molda é o que fazemos com essas partes do Todo que fazem parte deste mundo.
Comecei a ler uma Biografia acerca do Nelson Mandela e confesso que já estou apaixonada. Um exemplo de alguém que perante tantas "partes más do Todo" se ergueu, e nunca se deixou cair, independentemente da escuridão onde o colocaram.
Este fim de semana uma amiga disse-me: "Faz tudo parte deste mundo, mesmo que nós não o queiramos". Ela tem razão, mas o que fazemos com isto é o que nos distingue.
Espírito de Natal
A minha irmã, no ano passado, disse-me: O bom do Natal é haver pessoas às quais não precisamos de dar prendas.
Tens pessoas assim ao teu lado? Se sim, és uma pessoa com Amor à tua volta.
Tens pessoas assim ao teu lado? Se sim, és uma pessoa com Amor à tua volta.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Pedaço de Terra na Lua
Este fim de semana saiu no Expresso uma notícia referente à existência de água na Lua, que começa com a seguintes frase: “NASA confirma que há grandes quantidades de água na Lua...”
http://aeiou.expresso.pt/nasa-confirma-que-ha-grandes-quantidades-de-agua-na-lua=f547524
Esta notícia termina com outra frase bombástica: “A confirmação da presença de água na Lua em quantidades apreciáveis é fundamental para tornar viável, no futuro, a existência de uma ou mais bases permanentes no único satélite natural da Terra. A água poderia ser usada para consumo humano e para o fabrico de combustível.”
Pergunto-me... Será que já não há esperança da água existente na Terra ser suficiente? Será que temos que ir perturbar a Lua para garantir que temos o que beber?
Mas para mim há outras perguntas a fazer: De quem é a Lua? Quem vai ganhar com isto? Quem vai poder garantir que os seus filhos têm água potável?
Há uns anos a trás cometeu-se a atrocidade de se deixar vender terrenos na Lua, alguém ficou rico à custa do Tratado de Espaço Exterior das Nações Unidas, de 1967. O tratado esse que decretou o espaço "propriedade de toda a Humanidade". Dennis Hope autodenominou-se “presidente do Governo Galáctico aproveitou uma lacuna no Tratado Espacial (1967), que proíbe os Governos de reclamarem território no espaço, mas é omisso quanto aos indivíduos. Registado como dono do sistema solar, comunicou o facto a Washington, Moscovo e à ONU. Não obtendo resposta, iniciou a venda de terrenos na Lua.”
http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI287083-EI1141,00.html
http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=657336
Pessoas do meio político como “Jimmy Carter, Ronald Reagan e George Bush, além das estrelas de Hollywood John Travolta, Tom Cruise e Nicole Kidmann, já possuem um terreno na Lua, segundo Dennis Hope”. Quem mais terá comprado um? De quem é o nosso futuro, quando a água for um bem escasso? Em que Mãos estaremos nós?
A temática de propriedade de terrenos como a Lua não é simples e aparentemente é “hoje uma das questões polêmicas do Direito Espacial, ramo do Direito Internacional que tem por objetivo regulamentar as atividades espaciais e instituir o regime jurídico dos corpos celestes – ou seja, como eles poderão ser estudados, utilizados e ocupados.”
Curiosamente a China proibiu a venda de terrenos na Lua considerando os negócios realizados como ilegais: http://www.boletimsupernovas.com.br/edicao/403/noticia/1313/BSN_china-proibe-a-venda-de-terrenos-na-lua.htm
Numa sociedade onde cada vez mais a Humanidade vale mais que a Humanidade, como ficaremos depois de se constatar que a Lua é de alguém e que essa Lua tem a água que precisamos para sobreviver? Quem vai bater as palmas de contentamento quando acabar a água na Terra e a sede secar a Vida?
Chamo a atenção para o facto de estar para breve a Cimeira de Copenhaga, que decorre entre 7 a 18 de Dezembro, onde se vão reunir representantes de 192 países com o objectivo de debater as alterações climáticas e o aquecimento global e encontrar um protocolo que substitua o de Quioto.
Estejam atentos para decidirem se compram ou não um pedaço de Terra na Lua...
http://aeiou.expresso.pt/nasa-confirma-que-ha-grandes-quantidades-de-agua-na-lua=f547524
Esta notícia termina com outra frase bombástica: “A confirmação da presença de água na Lua em quantidades apreciáveis é fundamental para tornar viável, no futuro, a existência de uma ou mais bases permanentes no único satélite natural da Terra. A água poderia ser usada para consumo humano e para o fabrico de combustível.”
Pergunto-me... Será que já não há esperança da água existente na Terra ser suficiente? Será que temos que ir perturbar a Lua para garantir que temos o que beber?
Mas para mim há outras perguntas a fazer: De quem é a Lua? Quem vai ganhar com isto? Quem vai poder garantir que os seus filhos têm água potável?
Há uns anos a trás cometeu-se a atrocidade de se deixar vender terrenos na Lua, alguém ficou rico à custa do Tratado de Espaço Exterior das Nações Unidas, de 1967. O tratado esse que decretou o espaço "propriedade de toda a Humanidade". Dennis Hope autodenominou-se “presidente do Governo Galáctico aproveitou uma lacuna no Tratado Espacial (1967), que proíbe os Governos de reclamarem território no espaço, mas é omisso quanto aos indivíduos. Registado como dono do sistema solar, comunicou o facto a Washington, Moscovo e à ONU. Não obtendo resposta, iniciou a venda de terrenos na Lua.”
http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI287083-EI1141,00.html
http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=657336
Pessoas do meio político como “Jimmy Carter, Ronald Reagan e George Bush, além das estrelas de Hollywood John Travolta, Tom Cruise e Nicole Kidmann, já possuem um terreno na Lua, segundo Dennis Hope”. Quem mais terá comprado um? De quem é o nosso futuro, quando a água for um bem escasso? Em que Mãos estaremos nós?
A temática de propriedade de terrenos como a Lua não é simples e aparentemente é “hoje uma das questões polêmicas do Direito Espacial, ramo do Direito Internacional que tem por objetivo regulamentar as atividades espaciais e instituir o regime jurídico dos corpos celestes – ou seja, como eles poderão ser estudados, utilizados e ocupados.”
Curiosamente a China proibiu a venda de terrenos na Lua considerando os negócios realizados como ilegais: http://www.boletimsupernovas.com.br/edicao/403/noticia/1313/BSN_china-proibe-a-venda-de-terrenos-na-lua.htm
Numa sociedade onde cada vez mais a Humanidade vale mais que a Humanidade, como ficaremos depois de se constatar que a Lua é de alguém e que essa Lua tem a água que precisamos para sobreviver? Quem vai bater as palmas de contentamento quando acabar a água na Terra e a sede secar a Vida?
Chamo a atenção para o facto de estar para breve a Cimeira de Copenhaga, que decorre entre 7 a 18 de Dezembro, onde se vão reunir representantes de 192 países com o objectivo de debater as alterações climáticas e o aquecimento global e encontrar um protocolo que substitua o de Quioto.
Estejam atentos para decidirem se compram ou não um pedaço de Terra na Lua...
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Quanto “custam” as nossas atitudes?
De manhã, quando me desloco de carro para o trabalho, tenho sempre a mesma aventura com um dos nossos “costumes” chamado “dar o golpe”. Chamo-lhe “costume” porque é uma atitude que deixou de ser realizada por uma minoria, pontualmente, e passou a ser feita por uma maioria, quase sempre.
O mais grave destas atitudes, aparentemente inocentes, é que são realizadas em frente, por exemplo, dos nossos filhos. Estes, que essencialmente aprendem por imitação, vão saber que dar o “golpe” é normal, que dar o “golpe” é um direito, que passar à frente dos outros é justificável.
Assim, pouco a pouco, vamos legitimando as nossas atitudes pouco cívicas em costumes” e em direitos.
E este é apenas um exemplo, entre muitos, de como coisas simples invadem os nossos costumes e pouco a pouco se traduzem numa sociedade menos justa e cheias de direitos individuais.
Pergunto... quanto custam as nossas civilidades.
O mais grave destas atitudes, aparentemente inocentes, é que são realizadas em frente, por exemplo, dos nossos filhos. Estes, que essencialmente aprendem por imitação, vão saber que dar o “golpe” é normal, que dar o “golpe” é um direito, que passar à frente dos outros é justificável.
Assim, pouco a pouco, vamos legitimando as nossas atitudes pouco cívicas em costumes” e em direitos.
E este é apenas um exemplo, entre muitos, de como coisas simples invadem os nossos costumes e pouco a pouco se traduzem numa sociedade menos justa e cheias de direitos individuais.
Pergunto... quanto custam as nossas civilidades.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009
A importância das nossas palavras
“Na semana passada o bate boca entre Marques Mendes e Paulo Rangel deu muito que falar, mas gostaria ainda de acrescentar mais umas linhas acerca do assunto.
O incidente entre ambas as personagens do nosso ilustre ambiente político resume-se em poucas linhas.
Marques Mendes, afirmou que é necessário ética na política e acrescentou que os partidos devem ser exigentes nas escolhas para as eleições, principalmente nas autárquicas. Alusão clara à inclusão de António Preto e Helena Lopes da Costa nas listas de candidatos do PSD.
Paulo Rangel perante este discurso interveio em defesa da sua líder dizendo que «a credibilidade da política não está na ética», mas «na própria consistência, na formação, na capacidade e no conhecimento que as pessoas têm dos problemas» e acrescentou «Andar de bicicleta toda a gente faz», mas «falar sobre Aristóteles e Platão já nem toda a gente faz» e «nós estamos carecidos de políticos que conhecem Aristóteles e que tenham lido Platão».
Pergunto, se um dos factores onde assenta a credibilidade da política não está na ética, onde poderá estar? Segundo Paulo Rangel, na própria consciência, na formação e no conhecimento que as pessoas têm problemas. Então pergunto, o que é a consciência, a formação e o conhecimento que as pessoas têm problemas sem ética?
Gostaria de dizer que não falo sobre Aristóteles, nem Platão, mas que sei andar de bicicleta, tenho consciência, formação e problemas.
Gostaria de dizer que estamos carecidos de políticos que conheçam, por exemplo,
Mahatma Gandhi, Madre Teresa de Calcutá, Martin Luther King Jr e Desmond Tutu.
Gostaria de dizer que estamos carecidos de políticos que tenham a consciência, tal como Madre Teresa de Calcutá tinha, que
“A nudez não é apenas a falta de um pedaço de tecido. A nudez é a falta de dignidade humana, de respeito. A falta de abrigo não é apenas a falta de uma casa feita de tijolos. É ser-se rejeitado, negligenciado, não se ser amado, é esquecer o que é o amor humano, o que é o toque humano.”,
e que, tal como Luther King Jr. dizia
“Incentivar os outros a aceitar pacientemente os genuínos actos de injustiça que o próprio não está disposto a aceitar, é tudo menos um acto moral.”
Gostaria de dizer que estamos carecidos de políticos que tenham a formação necessária, tal como Luther King Jr. tinha, para perceber que
“Não é preciso ser estudioso para ter uma mente aberta,
nem um académico ávido de saber para encetar uma busca assídua pela verdade”,
e, tal como Desmond Tutu dizia, que
“A arrogância é um produto da insegurança, e afinal de contas o nosso sentimento de superioridade sobre os outros é na verdade apenas o reverso do nosso sentimento de inferioridade.”
Gostaria de dizer que estamos carecidos de políticos que tenham o conhecimento necessário, tal como Gandhi tinha, para saberem que
“Se desejamos progredir, não podemos repetir a história. Devemos acrescentar algo à herança deixada pelos nossos antepassados.”
e que
“O caminho recto é tão difícil quanto simples. Se assim não fosse, todos seguiriam o caminho recto.”
O incidente entre ambas as personagens do nosso ilustre ambiente político resume-se em poucas linhas.
Marques Mendes, afirmou que é necessário ética na política e acrescentou que os partidos devem ser exigentes nas escolhas para as eleições, principalmente nas autárquicas. Alusão clara à inclusão de António Preto e Helena Lopes da Costa nas listas de candidatos do PSD.
Paulo Rangel perante este discurso interveio em defesa da sua líder dizendo que «a credibilidade da política não está na ética», mas «na própria consistência, na formação, na capacidade e no conhecimento que as pessoas têm dos problemas» e acrescentou «Andar de bicicleta toda a gente faz», mas «falar sobre Aristóteles e Platão já nem toda a gente faz» e «nós estamos carecidos de políticos que conhecem Aristóteles e que tenham lido Platão».
Pergunto, se um dos factores onde assenta a credibilidade da política não está na ética, onde poderá estar? Segundo Paulo Rangel, na própria consciência, na formação e no conhecimento que as pessoas têm problemas. Então pergunto, o que é a consciência, a formação e o conhecimento que as pessoas têm problemas sem ética?
Gostaria de dizer que não falo sobre Aristóteles, nem Platão, mas que sei andar de bicicleta, tenho consciência, formação e problemas.
Gostaria de dizer que estamos carecidos de políticos que conheçam, por exemplo,
Mahatma Gandhi, Madre Teresa de Calcutá, Martin Luther King Jr e Desmond Tutu.
Gostaria de dizer que estamos carecidos de políticos que tenham a consciência, tal como Madre Teresa de Calcutá tinha, que
“A nudez não é apenas a falta de um pedaço de tecido. A nudez é a falta de dignidade humana, de respeito. A falta de abrigo não é apenas a falta de uma casa feita de tijolos. É ser-se rejeitado, negligenciado, não se ser amado, é esquecer o que é o amor humano, o que é o toque humano.”,
e que, tal como Luther King Jr. dizia
“Incentivar os outros a aceitar pacientemente os genuínos actos de injustiça que o próprio não está disposto a aceitar, é tudo menos um acto moral.”
Gostaria de dizer que estamos carecidos de políticos que tenham a formação necessária, tal como Luther King Jr. tinha, para perceber que
“Não é preciso ser estudioso para ter uma mente aberta,
nem um académico ávido de saber para encetar uma busca assídua pela verdade”,
e, tal como Desmond Tutu dizia, que
“A arrogância é um produto da insegurança, e afinal de contas o nosso sentimento de superioridade sobre os outros é na verdade apenas o reverso do nosso sentimento de inferioridade.”
Gostaria de dizer que estamos carecidos de políticos que tenham o conhecimento necessário, tal como Gandhi tinha, para saberem que
“Se desejamos progredir, não podemos repetir a história. Devemos acrescentar algo à herança deixada pelos nossos antepassados.”
e que
“O caminho recto é tão difícil quanto simples. Se assim não fosse, todos seguiriam o caminho recto.”
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